Reviver a história e manter os acontecimentos do passado na lembrança e na mente dos brasileiros é algo precioso, principalmente quando a história do Brasil é contada em sala de aula. Aqui no Instituto Neymar Jr. as datas comemorativas no país sempre viram tema das atividades e nesse domingo, dia 22 de abril, comemoramos o Descobrimento do Brasil, por isso a garotada aproveitou para colocar a imaginação em prática.

Dobraduras, lápis de cor, massinha, tinha e muita criatividade. Durante toda a semana os alunos passaram pela Aula de Artes do INJR e prepararam um material rico em detalhes e cores sobre a chegada dos portugueses no país. Mas não foi uma simples chegada em um das cidades brasileiras que chamou a atenção deles, como conta a professora de artes, Elisângela Pereira.

“Aqui falamos da descoberta do Brasil, mas falamos muito pelo fato de São Vicente, nossa vizinha, ter sido a primeira cidade que Pedro Álvares Cabral descobriu o país. Eles ficam encantados em saber que é uma cidade tão perto do Instituto e por isso se empenham ainda mais nas atividades manuais”, explicou.

Para Renan Yuri, de 12 anos, da Turma G8, ficou a missão de montar um boneco de massinha de Pedro Álvares Cabral. Ele procurou usar o famoso bigode português e as cores da famosa terrinha. Mas além de fazer uma atividade lúdica, ele também não deixa de lado a importância de estudar a história do país.

“Gostei de fazer essa atividade pra gente saber mais sobre a história do nosso país. Eu acho importante a gente lembrar essa data. E foi legal fazer essa maquete pra gente se divertir e fazer coisas novas”.

Renan durante produção da maquete

Já Kawany Vaz Matos, de 12 anos, também da Turma G8, ficou com a responsabilidade de pintar uma gigante caravela de papelão. Sem deixar que nada a distraísse ele falou um pouco sobre a lembrança da data em sala de aula. “Achei legal porque a gente lembra o dia que o Brasil foi descoberto e vê que depois de tudo isso fomos evoluindo. Eu gosto dessas atividades que têm na aula de artes porque é algo diferente”, finalizou.

Kawany durante pintura da caravela