Acostumado com o silêncio, a solidão e com as alturas, Lu Marini tem uma profissão incomum nos dias de hoje, mas que chama a atenção de muitas pessoas, principalmente crianças. Empresário do ramo de Comunicação e Marketing, ele também exerce o ofício de Instrutor de Paramotor e trouxe para o Instituto Projeto Neymar Jr. nesta terça-feira (23), uma palestra para os alunos sobre as expedições que fez pelo Brasil mostrando curiosidades sobre a carreira e o aprendizado que teve conhecendo os mais diversos cenários ambientais do país.

Buscando passar um pouco de sua experiência, que começou com o sonho de infância de conseguir voar um dia, Lu Marini quis passar para a criançada que os sonhos podem se tornar realidade. Durante cerca de 40 minutos, ele prendeu a atenção de cerca de 200 alunos no auditório do INJR.

“O que eu quero passar para eles é que através do voo e desse grande desejo do homem que é voar, foi chamar a atenção deles para passar essa minha experiência e poder motivá-los. Acho que mais do que essas imagens bonitas é que eles saiam daqui com a percepção de que a vida pode ser conduzida por eles”, contou.

Com expedições que já cruzaram o Rio Doce, Rio São Francisco e a rodovia Transamazônica, Lu Marini também trouxe questões para a palestra sobre a preservação do meio ambiente. Além das belezas naturais brasileiras, ele falou muito sobre o que viu de poluição nos lugares por onde passou e passou uma mensagem importante para a garotada.

 

“Como estou sempre interagindo com a natureza eu vejo do alto e às vezes a gente vê coisas que não são legais. E passei para eles que se a gente não fizer algo para cuidar do meio ambiente, a vida que a gente conhece vai deixar de existir. É um fato e ouvi de pessoas que vivem do rio para se alimentar e viver, que hoje não tem mais no rio. Acho que temos que cuidar do meio ambiente, isso é primordial”.

Além da palestra, Lu Marini esteve presente no Instituto Neymar Jr. como um dos parceiros da festa de Dia das Crianças. Ele possui um simulador de voo de paramotor e emprestou ao projeto para que os alunos pudessem ter uma experiência diferente da realidade que hoje vivem.

“O simulador, que é outra experiência, vem justamente para responder algumas perguntas de qual é a sensação de voar, então trouxe para eles um pouco dessa realidade. É uma forma deles sentirem um pouco do que eu sinto”, finalizou.