Instituto Neymar Jr. participa da Ação do Coração pela 2ª vez

24/05/2016

Instituto Neymar Jr. participa da Ação do Coração pela 2ª vez

24/05/2016

Começou nesta terça-feira (24) a participação do Instituto Projeto Neymar Jr. na 5ª edição da Ação do Coração, que acontece no dia 02 de agosto, em evento realizado na Praça Mauá em Santos, pelo ator Alexandre Camilo. Esta é a segunda vez que o INJR participa do evento, que neste ano traz o tema “Liberdade, Respeito Mútuo e Solidariedade”. Para este ano, a ação contará com a ajuda voluntária na confecção dos corações de cerca de 50 familiares atendidos pelo Instituto e dos 2.460 alunos.

Ao receber o convite de participação desta 5ª edição, a presidente do Instituto Projeto Neymar Jr., Nadine Gonçalves, se mostrou motivada a ajudar mais uma vez e conta que a novidade deste ano trará uma ajuda de peso.

“No ano passado ficamos muito contentes em participar e as crianças mais ainda, por poderem confeccionar os corações e ajudarem o próximo. Dois dos valores que temos no Instituto são a solidariedade e o respeito e que combinam com o tema escolhido. Então este ano nada mais importante de além da participação dos alunos, também teremos os familiares das crianças participando também”, contou.

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Equipe voluntária de familiares das crianças do INJR trabalham na confecção dos corações

Criada em 2012, a Ação do Coração teve mais sucesso no ano de 2015 e contou com números expressivos. Com ajuda do INJR, foram arrecadadas nove toneladas de alimentos para os mais necessitados; 20 mil peças de roupas foram doadas para instituições de caridade e os 8.500 brinquedos novos e usados fizeram a alegria de crianças nos hospitais, creches e comunidades carentes. O evento ainda recebeu 130 mil corações artesanais confeccionados com uma boa intenção. Esses corações foram provenientes da nossa região e de 44 cidades do Brasil e do mundo. Além da participação na confecção dos corações, o INJR também é um ponto de arrecadação dos itens citados.

As crianças e os familiares passaram por um workshop sobre a ação e no decorrer dos dias também serão responsáveis pela confecção dos corações artesanais. Toda a produção será feita nas dependências do Instituto, que a partir desta terça-feira começou a execução dos desenhos e cortes dos corações com algumas voluntárias, como Josineide Martinez, de 47 anos, mãe do aluno Paulo Henrique.

“Essa já é a segunda vez que eu participo da Ação do Coração no Instituto e acho muito legal para as crianças conhecerem a história do que é a ação. O Instituto mostra a preocupação em passar amor e positividade para as crianças devem sentir na hora de fazer os corações. Eu participo, porque gosto”, contou Josineide que também é aluna de hidroginástica do INJR.

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Paulo e sua mãe Josineide se uniram para costurar corações de tecido.

Diferentemente de Josineide, alguns familiares estão participando pela primeira vez desta iniciativa, como conta Luizete Vieira Garcez. “Fiquei sabendo que estavam precisando de voluntários para fazer os corações através do aviso no mural de recados. O que me incentivou a participar foi o amor, porque lá em casa eu e minha filha Esther, que é aluna do Instituto, gostamos de costurar corações. O Instituto está ensinando coisas boas e acho interessante as famílias participarem, porque você está incentivando as crianças a colocarem o amor nessa atividade. Sem o amor eu nada seria”, finalizou.

Histórico da Ação do Coração

A inspiração surgiu quando em uma viagem a Europa, o ator Eduardo Furkini conheceu a experiência de uma ONG que realizava um trabalho para chamar a atenção para a saúde do coração, promovendo uma grande exposição em praça pública com corações feitos de tecido. Esses corações foram confeccionados em várias cidades nos mais variados tamanhos e cores. O público podia transitar no meio dos corações, escolher um e levá-lo para casa. Motivado no meio dos corações, Eduardo teve a encantadora ideia de levar para o Brasil uma ação semelhante, só que aqui sua intenção era a de motivar as pessoas a doar amor. Os corações seriam feitos em tecido, com a única condição de que o coração ao ser confeccionado fosse carregado com o sentimento de uma boa intenção para a pessoa que for pegá-lo e levá-lo para casa, gerando assim uma corrente de amor. A concretização desse desejo não foi possível devido ao seu falecimento. Um ano depois a AEF realizou o desejo de Eduardo Furkini, que queria realizar essa ação em Santos, com o objetivo de motivar a reflexão sobre o papel de cada indivíduo na sociedade, como agente promotor de boas intenções e gestos fraternos em relação ao próximo.

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